7 anos de Rádio Observador. Manhãs 360 submetidas a exame
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A Rádio Observador faz este sábado sete anos, mas já o estamos a comemorar. Vamos ver essa daqui a pouco. Vamos continuar a ter razões para isso, porque esta é uma comissão de inquérito especial. Somos nós que hoje vamos ser postos à prova e para isso reunimos um painel duríssimo de inquiridores. Eles são implacáveis. São eles: Fernando Negrão, do PSD, Rui Gomes da Silva, do Chega, e Vitalino Canas, do PS. Bom dia. Portanto, é hoje que se vingam.
É hoje.
É hoje, não é?
É hoje. O mercado queria sei tantos mais. Viemos com os piores instintos, os instintos de vingança mais atrozes.
Mais apurados.
Mais apurados mesmo.
Estamos a recordar de todas as perguntas desagradáveis, de comentários negativos que ouviram ao longo destes sete anos na Rádio Observador.
E em solidariedade com todos aqueles que vieram às comissões de inquérito. Portanto, isto é uma solidariedade coletiva e a vingança será terrível.
Não, mas Rui Gomes da Silva, diga aquilo que disse sobre o Bruno.
Sim, ele não estava aqui. Cheguei aqui e percebi que o Bruno não estava.
E hanufa.
Há sempre aqueles momentos em que se mete parte doente, em que se diz que não se vai.
Tem que ir a um festival literário.
Exatamente. Foi. Ele nunca me enganou.
Então vamos a isto? Vocês é que nos dizem. Querem começar? Têm cinco minutos.
Primeiro ouvi Vitalino.
Isto ainda precisa estar por ordem.
Sim, nós estivemos a combinar coisas.
Vocês reuniram-se a sério, não é conversa fiada.
Vamos ver o que é que foi. Primeiro queria agradecer terem-nos convidado para a vossa festa de aniversário. É sempre bom vir a uma festa de aniversário, vejo onde é que está o bolo, mas talvez mais tarde. De facto, vamos fazer aqui umas perguntas. Têm direito para chegar aos 25 pontos.
Sabe as regras.
Espero que cheguem.
Temos ajuda, Vitalino Canas? Temos de ter ajuda.
Vão ter ajuda. Somos justos e fazemos mais ou menos o mesmo que nos fazem. A primeira pergunta, que se pensou que é uma pergunta difícil para quem trabalha na rádio, é: quem foi o grande inventor do rádio?
Marconi.
Marconi, sim, senhor. Isto foi uma pergunta difícil, como se pode ver. Eu tenho uma informação de que não foi o primeiro. O primeiro foi um brasileiro de nome Landell de Mora. Fez uma primeira emissão radiofónica, que depois caiu no esquecimento, e anos depois aparece Marconi. Mas eu também estive a ver alguma informação sobre isso e também aparece um senhor chamado Tesla, um sérvio. Já nessa altura? Nessa altura só não fazia carros.
Claro, veio a dar nome à empresa.
Veio dar nome à empresa. Mas oficialmente foi o Marconi, portanto, têm direito aos cinco. Mas, Vitalino, e sabem quem é que foi o primeiro inventor do FM? Já agora. Da frequência modulada? Não. O Edwin Armstrong. Tomem nota. Isto é só a título de desprezo total. Homens da rádio. Vocês têm uma desculpa, não funcionam em FM.
Também tenho.
O Vitalino tinha isto e não quis e disse-me: “Ó Rui, você que é um pouquinho extremista”. Não sou nada, mas enfim, não estou no mesmo sítio das pessoas é que passaram por mim. Faça isto. Mas entenderam-se os três muito bem nesta. Agora para coisinhas políticas é mais difícil. Fica só esta nota.
Aqui reuniram-se, não foi? E não foi secretamente. Muito bem. Cinco pontos, já são nossos. Segunda pergunta.
Esta já cá canta.
É. Já temos cinco? Não sabe?
Não sei.
Fernando Negrão.
O que eu tenho aqui a pergunta é- Isto é por ordem crescente de importância de partidos, não é? Foi por isso. Qual foi a primeira estação de rádio a emitir em Portugal? Em Portugal, a primeira?
Uma de Lisboa. Rádio Clube Português?
Rádio Lisboa.
Mas que existe agora? Não.
Não. A primeira.
Não foi o Rádio Clube Português?
Não. Sempre no ar, sempre consigo. Não, não foi.
É verdade. Eu trabalhei nessa.
Trabalhou? Não foi a Emissora Nacional? Não.
Não eram Emissoras de Lisboa?
Não. É uma rádio que faz o que nós fazemos. Mas podemos dar ajuda ao Fernando Negrão. Já não existe. Não é aquela que é mais antiga hoje. Porque aquela que é mais antiga hoje é a Rádio Altitude, no Guarda. Portanto, não é essa. Então, três alternativas.
Temos três hipóteses ou não?
Três alternativas.
Diga-nos lá as três hipóteses.
Temos a Rádio Aliança, que já falámos dela, a Rádio Renascença e a Rádio Hertz.
Então é a Rádio Hertz.
Vamos à Rádio Hertz.
É a nossa? Hertz.
É. É verdade.
Mais dois pontos. Mas sem ajuda. Sem ajuda, digamos lá.
Rádio Hertz com ajuda. Não fazia ideia.
Também não.
Rádio Hertz, que era RCI 1 ou RCI 1 qualquer coisa. Mas enfim, sou eu agora, compete-me a mim. Quem é que carrega nesta coisa para aparecer estas coisas? É mano José.
Se quiser vir para aqui, pode ser.
O José está sempre certo, vocês têm sempre cinco pontos.
Vitalino, não aproveite isto para deitar a rádio abaixo.
Não, não deito.
Não, acertámos, mas com ajuda. Portanto, é só dois pontos.
Só dois pontos. Se calhar tenho o direito de dizer que está certo.
Se calharmos dizemos que temos esta.
Sim, e eu queria aqui fazer uma pergunta sobre futebol: em que minuto é que o Benfica foi prejudicado no jogo com o Famalicão?
Essa era o Paulo.
Segundos, José Manuel, mas não foi. Em que lugar do ranking, eu acho que isto é muito difícil, de podcasts está a Rádio Observador? Vocês se responderem mal, são despedidos.
Em primeiro.
É evidente. Mas o problema é que acho que há poucos dias não estava. O ranking é mensal, e obviamente há ali uma competição muito acérrima com a Rádio Renascença, por exemplo.
Esta era muito difícil, mas creio que este mês, se calhar.
Por marcas, somos nós.
Sim, este mês foi a primeira vez que ficámos em primeiro lugar no ranking.
Eu acho que já foram dois meses. Aquela que costuma estar em primeiro lugar é a Rádio Comercial É um podcast muito forte. O da Joana Matos é muito forte. É claramente o podcast há muitos meses mais aguerrido.
Extremamente desagradável.
Extremamente desagradável. Nós deste lado somos extremamente agradáveis, como vocês sabem. Mas a propósito disso, nós também tínhamos pensado numas perguntas fora destas perguntas de enciclopédia. Vamos lá. E que têm a ver com a vossa atividade. Falando dessa questão do menos ou mais desagradável, uma questão que se coloca aqui é de saber quem é a pessoa da casa mais difícil de gerir em direto.
Em direto.
De tempos em direto.
De tempos?
Tempos e direto, aliás. Gerir tempos e direto. É uma pergunta aberta. Essa não é para pontuar. Esta é ao concurso. O lançamento do “Contra a Corrente”, às vezes, é para pontuar.
Talvez o José Manuel Fernandes seja mais exigente.
Ou seja, ele vai-se estendendo e depois, como nós vamos fazer daqui a bocadinho. O Amo que eu estava a dizer: “Eu nunca mais cá venho”, mas o Amo estava lá fora a dizer que o meu maior sonho é ser como o José Manuel Fernandes. Porque de manhã ele fala de matemática quântica, matemática aplicada. No dia seguinte, fala de meteorologia, política, analisa tudo. Eu gostava na minha vida, quando fosse grande, quando fosse da idade do José Manuel Fernandes, ser como ele. Mas ele tem, de facto, esse conhecimento. Pronto. E estavam a dizer: “A Helena também tem esse conhecimento”. Helena Matos. Mas a Helena Matos faz comentários, o José Manuel Fernandes debita para a antena a informação.
Mas o Rui Gomes da Silva também fala de política, de justiça, de futebol. Também é muito polivalente.
Vocês também na vossa vida. E por quê? Porque em casa a minha mulher não me deixa falar de nada. Eu tenho de aproveitar que cá está fora para falar. É por isso que aqui vou falar de tudo.
Tentou esquentar na sua úlcera.
Mas já li um bocadinho. O meu problema é esse. Uma pessoa já lê um bocadinho mais e pronto. Mas infelizmente hoje já não se lê tanto.
Sim, mas o José Manuel prepara-se muito. Sabe muito e prepara-se muito bem, por isso é que depois fala sobre qualquer coisa.
Mas já te imagino a escrever um artigo a dizer: “O meu grande sonho na vida já foi ser como o meu pai, já foi ser como outro político qualquer, hoje em dia é ser como o José Manuel Fernandes.” Nunca mais cá venho, muito obrigado. Foi um prazer termos conhecido, nunca mais cá venho. Agora, pelo nunca mais cá venho, quem é que decide quem é convidado para vir cá?
É muito democrático. São muitos grupos de WhatsApp, Avelino.
Quem é que decidiu que nós poderíamos fazer este trabalho? Primeiro que temos de fazer é, uma das coisas engraçadas que podia funcionar no aniversário era fazermos esta comissão de inquérito invertida. E então agora vamos partir para convidados. Fomos muito também àquilo que são os nossos convidados mais frequentes. Ou seja, têm uma lista, uma lista não é objetiva. Temos uns nomes a vermelho, outros mais a cinzento.
Vocês estavam todos a vermelho.
E nós que somos modestos, dissemos logo: “Que grande escolha”. Estávamos a dizer: “Mas que bem que eles andam, que bem que eles estão.” Têm a noção que são das pessoas mais frequentes em antena de manhã? Não. Sim, sem dúvida. Eu, não.
Sim.
O Rui Gomes da Silva talvez menos.
Nós fomos pensando quem é que merecia pela presença em antena e pela disponibilidade em aceitar o nosso convite.
Estamos a engraxar. Isto eu sei. Se fosse pela parte estética, a modéstia impede-me citar, mas enfim. Isto é a rádio, como diria Alcano. Essas referências elogiosas não evitam que tenhamos direito a bolo no final. E a pergunta, ó Avelino, e a pergunta? Vamos ao que interessa. A produção está já a tomar nota que é a segunda vez que se fala de bolo aqui nesta emissão. E sempre eu, por acaso.
Produção, têm cinco minutos para tratar disso.
Bom, temos agora aqui uma pergunta também difícil, como as anteriores. Esta sobre política, que é uma coisa que não se trata aqui na casa, portanto, vai ser ainda mais difícil. E a pergunta é a seguinte: com que porcentagem é que foi eleito o governo da Aliança Democrática nas últimas eleições do ano passado?
Não nos é compar.
Com que porcentagem de votação da AD?
20 e tal.
Temos uma margem. Zero vírgula zero zero. Margem é margem. Margem de 0,11.
O que é que achas, Paulo?
Não, tem a margem. Não chegou aos 30. Acho que chegaram aos 30. 28, 29? Foi por aí.
Eu acho que não chegaram aos 30. Repara que estão–
Acho que não chegaram aos 30. Não? Então 29?
Qual é a margem que temos?
É por arredondamento. Só arredondamento.
Eu diria 28.
Nós podemos dar aqui a ajuda e às vezes já têm a margem implícita.
28 vírgula qualquer coisa.
28 vírgula qualquer coisa. Eu acho que nós podemos aceitar isso. Foi 28%. 28,84. Com 28,84 já se partiu para grandes maiorias absolutas e já se perderam grandes eleições em Portugal. Com 28. António Lopes perde com 28,84, Manuela Ferreira perde com 28,84, Cavaco ganha com 28 qualquer coisa, 29 vírgula não sei quanto, na primeira meia relativa.
Estamos com o Parlamento tripartido nesta altura pela primeira vez.
Não, pela primeira vez é tripartido. Também Cavaco em 85 também. O PRD teve 18%, não teve 23%, mas teve 18% na votação de 85. Certo.
Será que o CHEGA vai ser um PRD? Já não vai ser.
Vai ser a segunda versão. A fazer a pergunta a alguém do CHEGA.
Eu sei, é por isso que estava a perguntar ao CHEGA.
Mas você não sei se- Eu também acho que não, não vai ser um PRD. Lembro aquela velha frase do Durão Barroso: “Vou ser primeiro-ministro, só não sei é quando.” Eu acho que o CHEGA vai ser governo maioritário, só não sabe é quando.
Maioritário?
É evidente. É um otimista. Sou otimista, sou realista.
Fernando Granjo é que é otimista.
Agora sou eu a fazer a pergunta. Eu posso fazer uma pergunta fora aqui do quadro?
Claro.
Então a pergunta é a seguinte: antes de mais eu queria saudar a Rádio Observador, que é uma rádio fantástica, que num par de anos afirmou-se no mundo mediático português e como uma rádio moderna, uma rádio que toca em todos os setores sociais, em todas as idades. De facto, tem sido um êxito. Obrigado. E têm hoje a mesma força que tiveram nos primeiros dias. Se calhar, mais. Se calhar, agora mais. O Granjo agora vai ser convidado todos os dias. E então a pergunta que eu queria fazer era a seguinte: quais são as duas figuras literárias que rodeiam a Rádio Observador? Duas figuras literárias?
Como assim?
Tem dois nomes em mente, não é? Tenho dois nomes em mente. Não tenho em mente, elas existem. Que rodeiam. Que rodeiam a Rádio Observador.
Mas que fazem parte.
As instalações da Rádio Observador. Está a falar de ruas aqui, de certeza. Posso estar a falar de ruas, ou de casas. Temos nomes de ruas com escritores aqui perto.
Vou perguntar.
João Saraiva foi o quê?
O João Gomes Carneiro disse que estava a pensar a nossa própria rua.
João Saraiva foi poeta e jornalista. Lá está um. Século XIX, século XX, foi até meados do século XX.
Por isso é que escolhemos vir para aqui.
Esse é o primeiro. Esse é o primeiro. O segundo viveu durante quase toda a vida numa moradia ali ao pé da Igreja de Alvalade.
José Gomes Ferreira.
José Cardoso Pires.
José Cardoso Pires. Temos o Parque José Gomes Ferreira aqui também algures.
Sim, também está aqui à esquina.
Ainda bem que esta não contou.
Esta não contou. Então vamos diretamente.
A última.
Qual é o podcast mais ouvido na Rádio Observador?
Essa é fácil. Os segredos do caso Carlos Castro.
Agora é esse, exatamente. É esse mesmo.
Ouviram?
Ouvi. Nunca.
Não.
Mas ouviram já alguns dessa linha do Podcast Plus? Não, eu ouço muito o Resta é História. Gosto muito do Resta é História. Este do Carlos Castro, confesso que não.
Confesso que não ouvi o do Carlos Castro.
Eu ouvi por opção. Eu ouvi por causa da minha experiência profissional. Gostava de saber como é que aquilo correu. Eu fico espantado com a quantidade de informação que as autoridades americanas divulgaram. Divulgaram.
Rui Gomes da Silva não ouviu por opção?
Por opção, sim. Já conhece a história? Conheço, porque na altura já cá andava, mas por opção. Diga uma coisa, só ouvir a apresentação é uma violência.
É muito grave.
E quem percebeu aquilo, independentemente das considerações que se façam sobre o envolvimento, até na própria apresentação do podcast se fala de determinadas coisas, dizendo como é que aquela relação era possível. E toda a gente percebia que aquilo era impossível, mas aquilo é de uma violência tão grande. E eu acho que já temos tanta coisa para nos maçar, tanta coisa com que nos temos que preocupar, tanta coisa que nos impressiona e que somos obrigados a lidar.
resolveu proteger-se da história.
É o que eu faço na vida.
Foi sem dúvida o mais ouvido até hoje. Temos 13 podcasts.
O que significa também alguma coisa de quem está a ouvir. De curiosidade mórbida até em relação a determinadas coisas. E vocês acham que estes podcasts são mais-valia, atraem ouvintes? Os podcasts servem. Atraem.
A forma como é feito o formato em si.
Este do Carlos Castro chegou a uma faixa de ouvintes, se quisermos, mais nova, isto é, que não conhecia o caso com detalhe na altura em que ele foi notícia, na altura em que ocorreu. Nós todos nos lembramos disso, temos idade para isso, mas houve uma faixa de pessoas até aos 30 e poucos anos, se quiseres, que não conheciam, que acharam a história interessante. Tem esses ingredientes todos mórbidos, se quisermos, mas tem. O ingrediente de ser um jovem. De ser um jovem também, exatamente. E uma história verídica. E houve muita gente que ouviu. Os Podcast Plus levam-nos, de facto, a uma faixa de ouvintes, ia dizer leitores, isto é, vícios da imprensa, de ouvintes que não estão tão preocupados com a atualidade. Nós somos todos maníacos, viciados em notícias e por aí fora. Mas hoje a juventude tem a ver com isso. Antigamente, eu lembro-me que na altura, há muitos anos, quando todos começámos na política, certamente, o que era importante? Era importante controlar o telejornal, saber em que lugar é que vinha o ministro e quando eram as primeiras notícias. Os alimentos dos jornais que eram feitos nos gabinetes dos controles políticos. Tenho que vos contar um dia. Posso contar como é que se faziam muitas coisas em Portugal. E a grande vantagem é isso. Passei por tanta coisa na vida, e já perdi muito mais. Agora imaginem ter ganho só eleições. Mas não, perdi algumas, bastantes. Mas esse controlo agora é muito difícil de fazer. Não, mas antigamente até na telenovela se dizia, que era aparecer a figura principal da telenovela e dizer: “Estamos a viver melhor”, isso era fundamental para depois ter votos. Hoje em dia é irrelevante. A juventude já não vê nem televisão, nem ouve muitas vezes rádio, ouve essencialmente podcasts e vídeos, aqueles podcasts sem vídeo.
Já para não falar dos jornais. Mudou tudo.
Jornais já ninguém lê. Antigamente uma pessoa, e repare se virem a história, eu comecei anos. Mas os jovens nem isso.
É o Instagram.
O Instagram. As notícias chegam aquelas duas linhas. Antigamente era importante falar bem e ter voz, depois era importante ter artigos de jornais, depois era importante estar na televisão e qualquer dia vamos só na Rádio Observador e pronto. Eu quando falo com os meus filhos sobre determinados assuntos, eles sabem tudo. Mas não sabem é desenvolver.
Pois, aprofundar.
Aprofundar é que é mais difícil.
Este portanto foi temos aqui.
Muito obrigado.
Rui Gomes da Silva, Fernando Adão, Vitalino Canas. Obrigada. 22.
22, mas a gente alcança.
Obrigada.
Parabéns e outros sete anos pelo menos de sucesso.
E agora vamos ver sabugo.
Obrigado.
Muito obrigada aos três. Obrigada.









