CIÊNCIA

13h. Rui Costa assume culpa pela má época passada do Benfica


Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Agora uma da tarde. Edição da Uma, com Luís Soares. Devem chegar nas próximas horas à Venezuela os dois aviões portugueses enviados para ajudar nas operações de busca e salvamento, na sequência dos dois sismos fortes que abalaram o país.
Os dois aviões da Força Aérea Portuguesa partiram ontem à noite para a Venezuela com mais de 60 pessoas a bordo. Saiam os dois aviões da Base Aérea de Beja, numa altura em que passados três dias dos terremotos, a presidente interina Dálcia Rodrigues afirma que a prioridade do governo é resgatar pessoas dos escombros. O vice-presidente da Asprocivil, Jorge Silva, explica à Rádio Observador que o dia de amanhã é o dia limite para salvar vidas.
Amanhã, domingo, será o chamado deadline para a gente conseguir ainda encontrar vida em sustentabilidade de manter. É essa a questão que temos aqui, que é termos um espaço temporal já muito curto para encontrar vida com alguma sustentabilidade. A partir daí começa a ser cada vez mais difícil. Não quer dizer que seja impossível, mas começa a ser cada vez mais difícil. Depois, tudo depende dos fatores e da salubridade, água, alimentação e higiene.
O vice-presidente da Asprocivil, Jorge Silva, explica também como vão decorrer os trabalhos das equipes portuguesas que entretanto hão de chegar ao terreno.
As equipes são preparadas para trabalhar bastante tempo. Aqui depois tem a ver com toda a questão que a Venezuela tem preparada para acolher estas equipes, caso tenham comunidade de alimentação, estadia, para poderem trabalhar o máximo possível, porque essas equipes normalmente trabalham 10, 12 horas seguidas e depois descansam outras 10, 12 horas e voltam a trabalhar outra vez 10, 12 horas. E se estiverem com a comunidade suficiente, conseguem trabalhar 10, 15, 20 dias de trabalho. Mas, para já, o essencial é chegar o mais depressa possível.
Jorge Rodrigues, vice-presidente da Asprocivil, entrevistado esta manhã na Rádio Observador. Nesta altura, estão confirmadas 920 vítimas mortais na Venezuela, número atualizado ao final da tarde de ontem. Há também mais de 3300 feridos. No dia de ontem, um grupo de moradores e familiares de pessoas presas debaixo dos escombros vaiou a presidente interina Dálcia Rodrigues. A Agência France-Presse relata que a presidente interina visitava uma zona nobre da capital, perto de um edifício que ruiu, com os moradores a acusarem o governo de não fazer nada pelo povo.
Viramos atenções para o Mundial e para um apuramento histórico. Cabo Verde está nos 16 avos de final depois de uma fase de grupos sem derrotas.
Três jogos, três empates para os Tubarões Azuis, que participam pela primeira vez num campeonato do mundo de futebol. Ontem à noite o empate zero com a Arábia Saudita serviu para qualificar a seleção de Cabo Verde no segundo lugar do grupo. Ficou atrás de Espanha, mas à frente do Uruguai. À Rádio Observador, o presidente da Associação Cabo-Verdiana do Seixal, Miguel Fortes, fala de um sentimento de orgulho por parte de toda a população.
Como o nosso mister diz, fé e foco nós temos que ter até os últimos minutos. Mas também nós, quando dizemos que é um feito histórico, temos de ver a capacidade dos nossos jogadores e a capacidade dos jogadores adversários, que nós temos espanhado desde o primeiro jogo da Espanha. E quando ultrapassamos a barreira da Espanha, dissemos: “Bom, já vamos pensar em mais um empate com o Uruguai”. Era um jogo muito complicado.
E agora Cabo Verde vai encontrar a Argentina nos 16 avos de final, campeã mundial em título, uma das principais candidatas a vencer o torneio. Miguel Fortes espera que se o desfecho for negativo, ao menos que seja com uma goleada.
Nós, ao pensar na Argentina como candidata ao título, que já teve dois a três mundiais, não vamos pensar na equipa, vamos pensar em não sofrer gols, não ter uma derrota pesada, sabendo com quem nós estamos a jogar.
Miguel Fortes, o presidente da Associação Cabo-Verdiana do Seixal, na antevisão do jogo frente à Argentina de Cabo Verde, que está marcado para o dia 3 de julho, depois do apuramento de Cabo Verde para a fase eliminar do Mundial de Futebol.
Já Portugal entra em campo esta madrugada frente à Colômbia, mas também sabe que independentemente do resultado, já tem lugar garantido nos 16 avos de final.
Falta saber em que lugar do grupo vai ficar Portugal, no grupo K. O apuramento chegou com a conjugação dos resultados dos vários jogos da última noite. O jogo de hoje é o primeiro que a seleção vai realizar num recinto aberto neste mundial. O médio Rúben Neves garante que as altas temperaturas de Miami não vão ser um problema.
Temos muitos jogadores também, o meu caso, por exemplo, que jogo na Arábia Saudita, também já estou muito habituado a isso. Portanto, eu acho que não vai haver essa vantagem da parte da Colômbia. Nós trabalhamos imenso para conseguirmos igualar essa vantagem. Sabemos que temos as nossas qualidades e vamos lutar para ganhar o jogo e esperar que isso não afete nem a nós nem a Colômbia, porque queremos um grande jogo de futebol.
Garantia de Rúben Neves e numa altura em que muitas equipes já apuradas estão a pensar na próxima fase da prova, Francisco Trincão pede cabeça e lembra que ainda há uma partida para vencer.
A principal ideia, víamos para aqui com isso, era jogar três jogos, sabíamos que o mundial iam ser os três primeiros jogos e a partir daí depois fazia-se contas, mas acho que o foco vai muito por aí, porque não podemos estar a olhar para frente. Sabemos da importância do jogo de amanhã e o nosso foco está nesses três jogos e não pensar no que vem à frente.
Portugal só pensa na vitória, é o que diz Francisco Trincão. A seleção portuguesa realizou ontem o último treino de preparação para o jogo frente à Colômbia, jogo marcado para logo à meia-noite e meia hora.
Com emissão especial aqui na Rádio Observador. Agora 13:06, Luís, vamos ainda a outras notícias em destaque a esta hora.
O governo do Bahrain diz que o país foi atacado por vários drones iranianos numa clara violação do memorando de entendimento assinado entre o Irã e os Estados Unidos, informação avançada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do país, que considera este ataque como uma violação flagrante da soberania. Já o Irã assegura que teve como alvo apenas bases norte-americanas. O presidente do Benfica assume a culpa pela má época dos encarnados, assume que os resultados e os reforços no plantel ficaram aquém das exigências do clube. Foi no discurso de abertura da primeira de duas assembleias gerais que se realizam hoje nos Pavilhões da Luz. Na primeira intervenção aos sócios encarnados, divulgada na página do Benfica na internet, Rui Costa justifica, no entanto, que a preparação da época aconteceu num contexto particularmente exigente, por força da participação do Benfica no Mundial de Clubes no último verão. Fala também em erros de arbitragem que condicionaram o rendimento da equipa.
Ficamos por aqui no Jornal da Uma.

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