17h. George Russel vence Grande Prémio da Áustria de Fórmula
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Informação. Edição das 17 com o Vasco Maldonado Correia. Vasco, o secretário-geral do Partido Socialista reclama vitória no chumbo à reforma das leis laborais e na viabilização da nova prestação social única.
Discurso de abertura de José Luís Carneiro na reunião da Comissão Nacional do PS em Lisboa. O único ponto de trabalhos nesta reunião é a apreciação e votação das moções aceites no congresso do partido, que decorreu no final de março em Viseu. Moções que foram, entretanto, todas aprovadas ou viabilizadas. O líder socialista afirma que a influência dos socialistas nas principais reformas do governo é um reflexo do compromisso com os trabalhadores e com as famílias portuguesas.
Nos últimos dias, depois de meses de trabalho persistente, fomos capazes de travar duas medidas profundamente injustas, profundamente desumanas: a contrarreforma laboral e a prestação social única. Foi uma vitória do Partido Socialista, foi uma vitória do PS, mas foi uma vitória dos 5.334.700 trabalhadores.
José Luís Carneiro quer que as reformas do país façam acompanhar o crescimento econômico aos direitos dos trabalhadores. O líder socialista exige uma atuação mais eficaz por parte do governo em áreas como saúde ou habitação. Considera que o executivo não tem essa capacidade devido à aproximação com o CHEGA.
O governo tem de ser capaz de dar resposta a estas prioridades, em vez de andar em manobras ideológicas com o partido da extrema-direita. A AD ganhou as eleições prometendo facilitar a vida das pessoas. Dois anos depois, o que é que nós encontramos? Mais dificuldades, mais espera, mais insegurança. Dois anos perdidos, dois anos a falhar. Senhor primeiro-ministro Luís Montenegro, tire a cabeça da areia. O seu governo não está a funcionar.
Alerta do secretário-geral do PS dirigido ao primeiro-ministro no discurso de abertura da Comissão Nacional do partido, depois da reunião do órgão máximo entre congressos. O PS inicia em Sintra jornadas parlamentares sobre o aumento e o impacto do custo de vida. Vão decorrer até à terça-feira em 13 dos 18 conselhos da área metropolitana de Lisboa.
51 portugueses e lusodescendentes morreram na Venezuela, vítimas dos sismos da última quarta-feira.
É o que indica o último balanço feito pelo Ministério Português dos Negócios Estrangeiros. São mais três vítimas mortais em relação à última atualização. Ao todo, 44 lusodescendentes, seis portugueses nacionais e também um português por casamento. Entre os mortos, há sete crianças. Continuam, nesta altura, 84 portugueses desaparecidos.
Na atualidade internacional, um aviso do Irão. Teerão continua a manter controle absoluto sobre o estreito de Ormuz nos próximos 30 dias de negociações com os Estados Unidos.
De acordo com a Europa Press, citada pela Agência Lusa, o aviso chega por parte do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão. Abbas Araqchi alerta ainda que qualquer intervenção ou ação unilateral por parte das forças norte-americanas só vai piorar a situação e atrasar a reabertura do estreito de Ormuz. O governante iraniano exige também que os Estados Unidos pressionem Israel a retirarem-se do Líbano, até porque essa é uma das cláusulas que está prevista no memorando assinado entre Washington e Teerão, que prevê não só a suspensão dos bombardeamentos de Israel, mas também obriga as partes a encontrar uma solução para a retirada das tropas israelitas do país.
E a onda de calor na Europa causou a morte de 1300 pessoas só na última semana.
É o que mostram os dados da Organização Mundial de Saúde. O diretor da organização explica que essas mortes adicionais que foram registradas estão todas relacionadas com as ondas de calor na Europa e que o continente é o que registra o mais rápido aquecimento do planeta, duas vezes acima da média global, o que está a obrigar escolas a fechar e a pôr redes elétricas à prova. Avisa também que, neste momento, 150 milhões de pessoas vivem sob calor extremo e que este tipo de fenômeno ocorria antigamente uma vez a cada geração, agora acontece quase de ano para ano.
E Vasco, a partir de quarta-feira, as encomendas de produtos vindos de fora da União Europeia vão estar mais caras.
O mês de julho arranca com uma taxa provisória aplicada pela União Europeia em todas as encomendas que vêm de fora do espaço europeu. Momento que traz algumas especificidades, aqui explicadas pela Maria Miguel Marques.
São mais €3 que vão ser aplicados em produtos que vêm de fora da União Europeia por cada categoria de encomenda até €150. Ou seja, na compra de qualquer quantidade de um só tipo de produto, por exemplo, na compra de cinco camisolas, a taxa fixa de direitos aduaneiros é €3. Já na compra de uma camisola e um relógio, passa a ser €6 o custo total da taxa nessa encomenda. Por isso, o que varia é a quantidade de categorias, sendo que há uma cobrança cumulativa de taxas por cada categoria e não existe um limite máximo de taxas a pagar. É o que avança a Deco. A União Europeia justifica esta taxa aduaneira adicional não como um imposto sobre os consumidores, mas sim como a substituição de uma isenção de direitos desatualizada. Isto porque, até agora, mais de 60% dos produtos vindos de mercados chineses online, como as plataformas Shein e Temu, não respeitaram as normas de segurança da União Europeia. Mas na ótica da Ordem dos Despachantes Oficiais, representante aduaneiro, esta é também uma medida protecionista para proteger o mercado interno europeu. Esta taxa aduaneira da Europa prolonga-se por dois anos, com fim a 1 de julho de 2028, de acordo com a União Europeia.
Maria Miguel Marques, aqui com a notícia que faz manchete a esta hora no site do Observador, um artigo assinado pela jornalista Cátia Rocha.
E Vasco, o Rock in Rio vai voltar ao Parque Tejo em 2028.
Já com datas confirmadas, o evento volta a realizar-se no Parque Papa Francisco nos dias 17 e 18 e 24 e 25 de junho de 2028. São dois fins de semana, naturalmente. O anúncio foi feito pela organização do festival. Descreve a edição deste ano, que ainda decorre, termina hoje, como a maior edição de sempre do Rock in Rio. A organização estima que tenham passado cerca de 330 mil pessoas pelo recinto ao longo destes quatro dias de festival.
Olhamos ainda para o desporto. George Russell venceu o Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1.
Vitória para o piloto da Mercedes na oitava ronda da temporada. É o sétimo triunfo da carreira do britânico. Bateu o neerlandês Max Verstappen, da Red Bull, e o italiano Kimi Antonelli, da Mercedes, por uma margem de quase dois segundos. Eles que ficaram em segundo e terceiro nesta corrida. Com estes resultados, Antonelli mantém o comando do mundial, leva 171 pontos, são mais 40 do que o novo segundo colocado, George Russell, que venceu este Grande Prêmio da Áustria.
No Mundial de Moto GP, vitória para o japonês Ai Ogura.
No Grande Prêmio dos Países Baixos, 10ª ronda da temporada, Ogura bateu o companheiro de equipe, o espanhol Raúl Fernández, com o espanhol George Martin a ficar em terceiro. Ascende, no entanto, ao comando do mundial. A prova fica marcada também pela violenta queda do italiano Marco Bezzecchi, logo nas primeiras voltas. Na curva 15, quando seguia a 190 km/h, foi transportado para o hospital de Groningen, mas não foi identificada nenhuma fratura. É, no entanto, a terceira desistência consecutiva por parte do piloto italiano.
É assim que fechamos o jornal das 17h.










