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Candidaturas para maior concurso nacional de literatura fecham a 11 de Setembro

A submissão de candidaturas para o Concurso Nacional de Literatura termina no dia 11 de Setembro. Desde 26 de Junho de 2026, escritores, professores, investigadores, estudantes e amantes das letras, podem concorrer à maior iniciativa literária lançada a 6 de Dezembro de 2025 pelo Presidente da República, Daniel Chapo. Este concurso foi lançado com intuito de promover a celebração e o reconhecimento de autores e estudiosos moçambicanos; incentivar a produção literária com qualidade, criatividade e profundidade intelectual; estimular o gosto pela leitura e pela cultura da escrita em todas as gerações; promover a crítica e a investigação sistemática sobre a literatura moçambicana, contemporânea e histórica.

O concurso sob alçada do Ministério da Educação e Cultura (MEC), em coordenação com a Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), abrange as categorias de Poesia; Literatura Infanto-Juvenil; Ficção Narrativa – conto, novela e romance; e Ensaio sobre Literatura. São ao todo quatro categorias e quatro milhões de meticais em prémios, divididos em um milhão para cada categoria. Para além do prémio monetário as obras vencedoras serão editadas e publicadas.

As obras concorrentes devem reflectir a diversidade linguística, cultural e regional do país com a temática sobre “50 anos da Independência Nacional”, pois, o concurso surge no âmbito das comemorações do cinquentenário da Independência de Moçambique.

Segundo o regulamento, podem concorrer cidadãos moçambicanos residentes em Moçambique ou na diáspora nascidos a partir de 1975. As obras devem ser originais, inéditas e escritas em Língua Portuguesa.

Aquando do lançamento desta iniciativa, Daniel Chapo reafirmou o compromisso do Governo com o desenvolvimento da cultura e disse que a literatura tem um poder único de eternizar momentos, emoções e mensagens e que uma obra escrita pode atravessar gerações e continuar a ensinar, inspirar e dialogar com o futuro, por isso a arte não deve ser vista como um luxo, mas como uma necessidade fundamental para o desenvolvimento humano e social.

No entanto, o MEC alerta aos concorrentes que foi criado um mecanismo para identificação de textos criados pela Inteligência Artificial e apela a todos a evitarem o uso desta plataforma para criação das suas histórias.

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