CIÊNCIA

O relatório negro da imigração

Concluída a primeira fase do inquérito aos gangues de violadores no Reino Unido, houve diversas revelações que nos mostram um lado nunca antes visto da imigração, e revelam o que o futuro nos reserva se a Europa continuar neste caminho.
O Relatório Casey de 2025 já afirmava a existência de “um número desproporcionado de homens de «origens étnicas asiáticas»” na exploração sexual de crianças em grupo. Este inquérito veio provar a existência de uma perseguição sistemática, racialmente e religiosamente motivada, contra raparigas brancas por parte de muçulmanos de origem paquistanesa.No mínimo 250.000 jovens britânicas foram submetidas a violações repetidas, conversão forçada ao islamismo, entre outros abusos, por parte destas gangues, cuja grande maioria dos envolvidos não foi condenado.Cerca de 87% dos condenados por exploração sexual de menores em grupo são muçulmanos de origem estrangeira, e Dr. Taj Hargey, ímã da Oxford Islamic Congregation alega que os números podem chegar aos 95%.
Convido os leitores a lerem o relatório na sua integridade, que está disponível em português de Portugal no site “Nunca te Cales”, para compreenderem a verdadeira gravidade da situação que não irei abordar na totalidade neste artigo.A realidade é que este relatório, que sofreu várias tentativas de boicote por parte do poder político, veio demonstrar o que já há muito se sabia e era frequentemente silenciado com acusações de intolerância: há uma grande quantidade de imigrantes que partilham um ódio anti-europeu e estão ativamente a atacar os povos que os acolheram.Atendendo aos factos, a Europa precisa de reconhecer a incapacidade de coexistência com todos os tipos de identidades externas, estabelecendo critérios de migração mais rígidos, focados nas necessidades migratórias e na compatibilidade dos imigrantes com a civilização europeia.Para além disso, não podemos ignorar que já se encontram diversas comunidades anti-europeias no interior do continente, pelo que não basta apenas uma política de imigração mais rígida, mas também é evidentemente necessária uma estratégia remigratória.
Posto isto, conclui-se que este relatório veio confirmar suspeitas já há muito levantadas e constantemente silenciadas pelo poder político, que mostram a existência de uma política migratória que ameaça o bem-estar europeu, ao permitir a entrada de forças racialmente e religiosamente motivadas contra nós, e isto demanda acção urgente.

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