CIÊNCIA

Zelensky anuncia campanha de 40 dias para pressionar Rússia


Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Guerra traduzida na Rádio Observador. Trazemos agora os destaques da imprensa ucraniana com a jornalista Laura Figueiredo. Volodymyr Zelensky anunciou uma campanha militar de 40 dias para pressionar, Laura, a Rússia a terminar a guerra.
Sim, o anúncio foi feito pelo próprio presidente da Ucrânia na rede social X, onde Zelensky diz que aprovou uma operação de influência de 40 dias dos serviços de segurança da Ucrânia contra o Estado agressor, com o objetivo de obrigá-lo a pôr fim à guerra. Zelensky lembra que é importante referir que durante vários meses consecutivos, os SSU têm demonstrado o melhor desempenho na defesa das posições da Ucrânia nas linhas da frente, através da utilização de vários tipos de drone. O presidente ucraniano realça também que o Centro de Operações Especiais Alfa tem liderado em termos de pessoal e equipamento do ocupante neutralizados. Este anúncio de Zelensky não tem qualquer detalhe ou explicação sobre o que vai acontecer durante a operação de influência, mas é importante referir que surge cinco dias depois dos ataques ucranianos de grande dimensão na península da Crimeia, além também das várias operações contra Moscovo ou São Petersburgo.
E a União Europeia já transferiu para Kyiv os primeiros 3 mil milhões de euros do empréstimo anunciado.
É a primeira parcela do empréstimo de 90 mil milhões. O anúncio foi feito hoje pela presidente da Comissão Europeia, num discurso na Conferência sobre a Recuperação da Ucrânia, na cidade polaca de Gdańsk. Ursula von der Leyen adiantou que a União Europeia vai começar a pagar as primeiras verbas dos 6 mil milhões de euros para a produção de drones também já nos próximos dias.
Isto numa altura em que, Laura, o presidente ucraniano alega que a ansiedade da população russa disparou e afirma que 80% prevêem uma crise econômica.
Volodymyr Zelensky diz que a inteligência ucraniana obteve documentos internos russos que mostram um pessimismo profundo na sociedade russa. De acordo com os dados, o nível de ansiedade entre os cidadãos da Federação Russa ultrapassa agora os 50%, um valor superior ao registrado durante a operação ucraniana em Kursk. Além disso, mais de 80% dos russos acreditam que uma crise econômica em larga escala é inevitável e 66% considera a situação financeira atual difícil. Zelensky sublinha que estes indicadores refletem o fracasso da política de guerra de Putin e também a incapacidade da administração russa em resolver problemas crescentes de logística militar e também de escassez de combustível.
E o primeiro-ministro polaco pede que a Polônia e a Ucrânia construam futuro comum com base na verdade.
É um apelo deixado hoje por Donald Tusk. O chefe de governo polaco pede um futuro comum com base na verdade e no respeito mútuo, de forma a pôr fim às tensões entre os dois países em relação à memória da Segunda Guerra Mundial. Donald Tusk falava na abertura da Conferência Anual para a reconstrução da Ucrânia, que teve início esta quinta-feira em Gdańsk, na Polônia, e sem a presença do presidente ucraniano. A primeira-ministra ucraniana enviada à conferência para substituir Zelensky, cuja presença era esperada antes dos recentes atritos diplomáticos, elogiou este desejo do povo polaco de construir um futuro comum. As relações diplomáticas entre a Ucrânia e a Polônia têm estado tensas desde que Zelensky batizou uma unidade das Forças Especiais do Exército Ucraniano com o nome de Heróis do Exército Insurgente Ucraniano.
Fica por aqui a edição desta quinta-feira com a jornalista Laura Figueiredo. A Guerra Traduzida regressa amanhã.

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