CIÊNCIA

Devolver propinas a licenciados custa 300 milhões de euro…


Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está no ar o Confiança de Imprensa da Rádio Observador. Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. Eu sou o Carlos Pedro, a edição de hoje é do jornalista Miguel Pina Andrade. Bom dia, Miguel.
Olá, Carlos. Bom dia.
E vamos começar com o Jornal de Notícias, que destaca o custo da devolução das propinas aos jovens que concluem a licenciatura. Miguel, este regime custa € 300 milhões por ano.
O número é avançado ao JN pelo governo, que quer obrigar os universitários a escolher entre este apoio e o IRS Jovem. O prêmio salarial de valorização das qualificações no mercado de trabalho está parado há dois anos e é debatido hoje no Parlamento a pedido do Partido Socialista. O governo de António Costa implementou este regime para fixar os jovens no mercado de trabalho com a devolução de propinas aos estudantes finalistas do ensino superior, no valor entre cerca de € 700 e os € 1.500. O regime foi suspenso pelo novo Executivo, por considerar que os objetivos são idênticos aos do IRS Jovem: incentivar a permanência de jovens qualificados em Portugal e aumentar o rendimento disponível no início de carreira. O Ministério das Finanças considera que existe uma duplicação de incentivos, por isso Joaquim Miranda Sarmento sugere tornar o regime opcional, ou as propinas, ou a isenção no IRS.
Miguel, estamos em época de incêndios e por isso o jornal Público dá destaque ao risco de incêndio nas zonas Norte e Centro do país, que é o mais elevado dos últimos 25 anos.
As autoridades alertam para um cenário crítico e prolongado, isto por causa da combinação de calor intenso, vento forte e vegetação extremamente seca. O jornal Público teve acesso a uma análise técnica da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, que mostra que as zonas mais preocupantes são as do Médio Tejo, Porto, Tâmega e Sousa e Viseu. O alerta é reforçado pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que fala em dias absolutamente terríveis para o país. Perante este cenário, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil pôs praticamente todo o território continental sob risco entre muito elevado e máximo.
Seguimos com esta vaga de calor, Miguel, porque o Diário de Notícias dá conta de um pedido dos administradores hospitalares. É urgente resolver os casos sociais para responder ao calor extremo dos próximos dias.
Uma preocupação que surge na sequência do anúncio do Ministério da Saúde de um conjunto de medidas para combater a vaga de calor. A secretária de Estado da Saúde, Ana Povo, sublinha que durante este período há a possibilidade de haver um aumento da procura dos cuidados de saúde, acompanhado de um excesso de mortalidade. Ao DN, o presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, mostra preocupação com este cenário. Alerta que se a procura de cuidados for muito elevada, à semelhança do que aconteceu nas últimas semanas, tanto na Alemanha como em França, não vai haver camas suficientes para acolher os doentes. Por isso, os administradores pedem resolução urgente para os internamentos inadequados ou, se o objetivo for manter os internamentos sociais, a responsabilidade é mais da Segurança Social do que do Ministério da Saúde.
Fechamos a imprensa nacional com o Jornal Económico, que dá destaque à antiga refinaria de Matosinhos. O projeto do Innovation District pode gerar 65 mil postos de trabalho e albergar 30 mil estudantes.
É um dos cenários previstos no estudo da consultora PwC sobre os potenciais usos do novo Innovation District, em Leça da Palmeira, no Porto. O projeto pode gerar um impacto de € 65 mil milhões e criar mais de 100 mil postos de trabalho em Portugal, dos quais 65 mil no Conselho de Matosinhos. O Innovation District quer combinar habitação diversificada e inclusiva, atividade econômica e espaços verdes, isto para reforçar a posição da região como um dos hubs tecnológicos e sustentáveis mais relevantes a nível internacional.
Vamos ainda olhar para a imprensa internacional, Miguel, o jornal The Telegraph diz que o ataque russo a Kiev desta madrugada provocou oito mortos, incluindo crianças.
O jornal inglês fala num ataque massivo com mísseis balísticos e drones contra a capital ucraniana durante a noite, que se prolongaram durante a madrugada desta quinta-feira. Horas antes, o povo ucraniano foi avisado de que um ataque destes estava iminente. Pelo menos oito pessoas morreram, incluindo crianças, e dezenas ficaram gravemente feridas. Há relatos, segundo o The Telegraph, de danos graves em, pelo menos, 28 edifícios na cidade. Há também registro de instalações médicas dentro destes danos graves em edifícios.
Miguel Pina Andrade, com os destaques da imprensa nacional e internacional.

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