Homens do Barco "Ninguém esperava que o vídeo para a Sele…
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Começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje são nossos convidados os Homens do Barco, autores de um dos hinos mais virais deste mundial. Bem-vindos. Obrigada por terem aceitado o nosso convite.
Bom dia!
Bom dia! Vocês são 11, mas hoje vieram quatro em representação do grupo: o António Simões, Pedro Coimbra, Tiago Pinto, Ruben Almeida. Os outros ficaram a fazer o quê?
Ficaram a trabalhar.
Alguém tem que trabalhar.
Alguém tem que trabalhar.
Toda a gente tem trabalho aqui.
Nunca tivemos um estúdio tão cheio.
É verdade.
Oito pessoas aqui.
Estou aqui a tentar nivelar os vossos micros, porque estão a dividir micros.
Claro.
Vamos a isto. São cinco perguntas. Cada resposta certa vale cinco pontos. Se pedirem a nossa ajuda e acertarem, recebem dois.
Nem deviam ter ajuda, porque eles são quatro. É verdade.
Eles ajudam-se uns aos outros.
Eles ajudam-se uns aos outros.
É melhor nomearem um porta-voz, que é para dar a resposta final depois.
António.
É o António Simões. António Simões. Tem nome de jogador, é sempre isso. Vamos lá. O vosso hino está fantástico. Já vamos ouvi-lo no final da comissão de inquérito, mas primeiro vamos ver se estão afinados noutras matérias. A vossa música ficou viral depois de a cantarem a bordo do vosso barco, que é espetacular. Mas o capitão Cristiano Ronaldo prefere outro tipo de embarcações, mais modestas. Ele tem um super iate de luxo, onde passa as férias com a família, tem 27 metros, várias suítes, motas de água. O Marco desconfia deles. Decorei o barco, o iate.
Eu sinto que branco é demasiado óbvio. É, não é? Mas pode haver aqui uma– ou é o branco ou é o cinzento escuro. Cinzento escuro também estava a pensar.
Cinzento escuro ou branco.
Eu ia branco. Ias branco?
É branco?
Eu acho que também diria branco. O porta-voz falou.
O porta-voz falou, o porta-voz disse. É branco? E também tem um pouco de cinzento escuro. Portanto, cinco pontos. Se a federação vos ligasse agora a dizer que tinham de ir cantar o vosso hino ao balneário para dar força à seleção antes do jogo com Espanha, aceitavam logo, iam lá dar um abanão aos rapazes ou não iam com medo que o vosso stock de minis não chegasse para a comitiva toda?
Não, nós íamos logo. Acho que isso tem que ser um sim garantido.
Vocês estavam à espera deste êxito? Esta é a pergunta que mais vos têm feito nos últimos dias.
Somos 11 e ninguém estava, obviamente, à espera do que aconteceu. Foi uma coisa que acho que nunca tinha acontecido a ninguém desta maneira. Uns amigos fizeram uma música, meteram numa conta com 30 seguidores e explodiu de uma maneira.
Com 30 seguidores no início?
36.
É o fenómeno vozinha.
E como é que estão a lidar com isto tudo, com este sucesso todo, com toda a gente a querer entrevistar-vos? É tranquilo? Conseguem-
Temos tentado gerir da forma que conseguimos, entre o que é também a nossa vida pessoal, a nossa vida profissional, mas a aproveitar tudo de bom que isto tem trazido. E dizemos sempre que sim a todos os convites que nos fazem.
E já têm planos para o futuro de novos hinos de apoio?
Por enquanto, não.
Um mundial de cada vez.
Mas já não é a primeira vez que nos perguntam sobre um álbum.
O facto de serem 11 foi um acaso?
Foi completamente ao acaso, porque no nosso grupo até somos 14 e simplesmente as disponibilidades só permitiram que 11 estivessem nesse fim de semana.
É que muita gente acha que são os 11, uma equipa de futebol.
Não, foram 11. E foi nesse dia que fomos 11, no dia anterior éramos 10 e no seguinte íamos ser 12. Isto são um bocado umas coincidências. Portanto, não eliminaram os três menos capazes. Não, nós depois de isto virar um sucesso já tentámos mandar pessoas para fora do barco, mas não está a dar.
Vamos lá?
Vamos, vamos em frente.
Vamos seguir à segunda questão.
Portanto, já pusemos cá minis para toda a gente.
Exato. Conhecem a Ferreira do Zêzere?
Conheço a casa do meu amigo.
Muito bem. Ainda bem que ela entra em casa, porque a pergunta é esta: é uma vila ribatejana, como sabem, e é considerada a capital de um produto alimentar. Que produto é esse? Ferreira do Zêzere, capital do?
Ovos. Capital do ovo.
Epa!
Era certeza. Eles sabem.
E nem a argumentar.
Eles sabem, não são daqueles para-cristas que vão lá um fim de semana e não percebem nada daquilo. E aquelas águas são inspiradoras? Como é que tudo começou? Vocês estavam no barco a dar uma voltinha?
Aliás, nós fomos para o barco com a versão completa já feita.
Já feita!
Já foi pensada.
Já foi ensaiada.
É uma música que foi sempre feita à mesa.
Ok.
Também é um ótimo lugar de inspiração. Sim, eu por acaso não estava lá no primeiro dia em que os meus companheiros fizeram o refrão e eu cheguei lá já no dia a seguir, eles eram famosos. Ou a caminho de lá. Eu peguei o barco um bocado já-
Já em andamento. Mas aí a parte que estavam no almoço, num jantar e “epa, e se a malta fizesse um hino de apoio à seleção?” É qualquer coisa assim?
Foi, na prática, começa na viagem. O Tiago e o Tomás tinham sugerido fazer uma música de apoio, porque queríamos ter uma música nossa. Mas uma música para cantarem quando o grupo estivesse reunido a ver os jogos da seleção. Exatamente.
E houve logo consenso para ser a música do António e Variações?
Não. A nossa ideia inicial até tinha sido com “O Melhor de Mim”, da Mariza. Só que talvez por ser uma música um pouco mais melancólica, foi difícil de conseguir dar a energia que nós queríamos dar à música. Estávamos à mesa, estávamos com um shuffle de músicas portuguesas e passou logo a seguir “Canção do Garrano” do António e Variações. Temos um amigo nosso-
Batia certo
…cantou logo “Vem mundial está sem nós” e nós: “É isto, tem que ser isto”. E foi a partir daí. E até um amigo que não é o mais futebolístico do grupo e, portanto, é o senhor que está um bocado alheado deste conceito todo das músicas de futebol e dessas coisas.
Mas isso existe? Há pessoas assim?
O Paulo é dessas pessoas, eu sei que ele está a brincar.
E a letra, algum de vocês tem mais jeito?
Talento para isto ou não? Acho que foi mandando chamadas postas. Depois havia a discussão em grupo e foi-se montando a música aos poucos.
E com o nome dos jogadores também, não é?
Sim. Nós acabamos com uma versão, se calhar eu não devia dizer isto, mas acabamos com uma versão com os nomes consensuais desta seleção.
Vamos lá, esse tema fraturando. Quais eram os nomes não consensuais?
A gente sabe que o segundo central não era consensual, que o lateral direito titular se calhar também não seria consensual.
Então quiseram apostar naqueles que tinham a certeza que estariam na equipa.
Sim, se estivessem disponíveis, estariam na equipa. E até agora os garotos estão todos certos.
E já que estavam a falar em apostar, apostas para logo à noite, prognósticos, vai correr bem? Estão todos otimistas.
Eu acho que devíamos continuar com o que temos estado a fazer, que é apostar num igual, que é o resultado que tem corrido bem. Apostar num igual tem corrido bem, por isso acho que devíamos manter esta postura.
Eu não sei se têm conhecimento se a seleção, se os jogadores já conhecem a vossa versão ou não.
Nós achamos que sim. Agora, não temos a certeza.
Não têm a certeza. Acham que poderia ser um bom incentivo para logo à noite ouvir esta versão?
Eu acho que eles também não querem agoirar. Eu acho que é uma versão a cantar depois de ganharmos a final. É uma versão um bocadinho pretensiosa.
Muito boa e otimista, não é pretensiosa.
Vamos lá?
10 pontos.
Vão fazer o pleno.
Isto vai ser fácil. Terceira pergunta: de que cidade capital de distrito é natural o cantor Diogo Piçarra?
É do Faro.
Bem, eu dei hipótese ao porta-voz.
Ora bem, como é que o Diogo Piçarra se junta a tudo isto?
O Diogo Piçarra veio comentar o nosso vídeo a dizer: “Nem convidam”. E nós convidámo-lo. E ele apareceu lá no estúdio e deu-nos uma mãozinha, que estávamos a precisar, porque nós gravámos uma primeira versão em que chegamos à conclusão que não cantamos, não somos cantores.
Uma coisa é cantar no banho.
E em que é que ele ajudou exatamente? Trouxe uma boa energia, trouxe uma voz afinada que faltava ao grupo. Uma linha de afinação.
Deu-vos umas aulas de canto para entrarem ali todos em harmonia.
O Diogo chegou e resolveu. Não havia para resolver. Não havia aulas, passa. Mas há pessoas muito atrevidas, nem convidam logo assim. E o facto do Diogo Piçarra também estar aqui envolvido vos aumentou a projeção, sentem isso? Foi um elemento adicional para isto estar a correr assim tão bem? Eu acho que acabou por trazer um bocadinho talvez a profissionalização da brincadeira. E nesse sentido acho que foi bom, porque também demonstrou que o que era uma brincadeira se tornou nalguma bocadinho mais sério e agradecemos imenso ao Diogo por ter elevado.
Já deram autógrafos?
Não. Quer dizer, já dei. Tive um colega meu do trabalho.
Pedro Coimbra.
Entretanto, eu dei para a filha dele.
É só o primeiro de muitos, vamos ver.
Nenhum de vocês está ligado ao meio musical.
Não.
O que é que fazem na vida? Como é que ganham a vossa vida?
Toco às vezes em casamentos.
Tocas em casamentos?
Às vezes toco em casamentos.
Então já é alguma experiência.
O António Simões. É ir dizendo os nomes, fixar.
Uma experiência que não tem nada a ver. Aliás, eu quando fui gravar ao estúdio, saí do estúdio e eles começaram-se todos a rir e a dizer: “Não cantas nada”.
Isso de um casamento também não é importante.
Mas vocês no estúdio não estiveram um de cada vez, gravaram juntos?
Fizemos umas experiências individuais, mas foi sempre aos pares, trios e todos.
Até para sentirem mais confiança, se calhar.
Os estúdios eram muito quentes, foi uma dificuldade estar lá os 11 ao mesmo tempo.
Muito bem, isto está a correr bem, estão com 15 pontos.
15 pontos. Esta é difícil. Acho eu, digo eu. Mas até tem que ver com o vosso nome, de alguma forma. Em 1966 fomos os Magrices no Mundial, em 1984 no Europeu fomos os Patrícios e em 2010 na África do Sul fomos os…?
Agora que estragaste tudo, Bruno. Estava tudo tão bem encaminhado. É verdade. Estávamos a achar demasiado bem encaminhado.
Podem pedir ajuda.
Querem uma ajudinha?
Eu acho que vamos precisar. Acho que precisamos.
Espera lá. Estavam a pensar alto.
Teve que ver com barco. Tipo navegadores?
O quê?
Navegadores. Mas isso não é a equipa feminina? Seriam as navegadoras.
Então, querem bloquear?
Se estiver relacionado com barco, tem que ser. Navegadores. E faz sentido.
É?
Sim. 2010 na África do Sul. Ou Conquistadores. Não, Navegadores gosto mais. Isso são os noventa. Pois, é Navegadores.
É? É mesmo!
Está claro. Era difícil, mas vocês resolveram.
Os paupistes são fantásticos.
Isto está muito bom.
São quatro também.
Imagina se viessem 11, ficava um despistante.
Bem, difícil vai ser também hoje a missão da seleção portuguesa. O que é que têm achado do desempenho da seleção? Têm visto todos os jogos juntos?
Depois têm de cantar.
O que é que têm achado? Vá lá, não tenham medo.
Até agora temos visto os jogos todos juntos. Acho que tem sido um mundial, pela qualidade de jogo, um bocadinho a cair das expectativas, mas a nível de resultados, até agora, a verdade é que não nos podemos queixar.
Estamos lá, nos oitavos.
Só estivemos a perder uma vez, até agora. E respondemos bem. E em pouco tempo também empatámos e, portanto, o tempo que nós estivemos a perder neste mundial foi muito reduzido. E portanto, se nos mantivermos assim até ao final.
A taça é nossa. E aquela velha questão Sempre falada em todas as conferências de imprensa, nas discussões entre os adeptos. Ronaldo ainda é o homem certo para aquela posição? Sim ou não? Como é que é? Estão divididos também?
Eles querem tanto que eles ouçam a música deles.
Quem tem decidido isso é o treinador. Nós somos adeptos de bancada e se o treinador mete o grande Ronaldo a jogar, nós só temos é que apoiar.
É aquele que entrar, no fundo.
E esperar que ele faça o que faz melhor. E como ele disse ontem, ele já vai com três gols.
Não é mau.
Eles estão lá todos para contribuir, independentemente de jogar o Ronaldo, jogar o Gonçalo Ramos, jogarem outros jogadores. Eu acredito que eles são todos para contribuir. Acreditamos, aliás. E portanto, não há que ter receio se por vezes joga o Ronaldo, por vezes joga o Gonçalo Ramos, eles estão lá todos para contribuir. Vocês também jogam à bola? Costumamos, de vez em quando.
Tentar.
Quem é o Cristiano Ronaldo da equipa?
É o Viera. Está a trabalhar.
A trabalhar.
No ginásio.
Ficou a treinar batidas de cabeça.
O Cristiano, por acaso, a propósito desse tema, deu uma resposta muito gira ontem que é: “Os outros estão muito bem, não significa que eu esteja mal”. Porque se nós olharmos para os números dos mundiais até agora, chegar aos oitavos de final, que é a fase em que ele está, mesmo com mais um jogo, com três gols, estava a lutar pelo melhor marcador.
Sim, os últimos mundiais.
Só que Messi, Haaland, Mbappé e Kane têm tudo seis gols, sete gols, que já bateram a maior parte dos melhores marcadores dos mundiais anteriores. E portanto, essa expressão de “eu não estou mal, os outros é que estão muito bem”.
Sim, o melhor mundial do Ronaldo foi em 2018, em termos de gols, com quatro gols. Portanto, pode-se dizer que este mundial, em termos de gols, não lhe está a correr mal. Acham que hoje ele pode aparecer? Ainda por cima contra a Espanha.
Exato. Em 2018, três desses quatro foram contra a Espanha.
Muito bem, vamos à última questão.
Podem fazer o pleno. Estão com 20. Só faltam cinco pontos.
Então vamos lá. Já falámos aqui da canção do engate do António Variações, que é a base musical do vosso hino. E a pergunta é: em que ano foi lançado o original do António Variações?
Eu acho que é logo a seguir ao 25 de Abril.
Atenção com o conceito logo a seguir.
Exato. Pode ser 10 anos depois, por exemplo.
É no final dos anos 70, acho eu.
Acho que não chega a 80.
O Pedro Pinto já não tem muita certeza.
Vocês não eram nascidos.
Eu não sei por quê, mas a minha cabeça aponta para 84, 86.
84, 86?
Achas que é tarde? Acho que é cedo.
84, 86.
Palpito do Tiago Pinto.
Vai ser pure gambling.
Se quiserem.
Agora temos que chegar a um consenso.
Calma. É assim, vocês têm 20 pontos. Podem chegar aos 25. Muito poucos dos convidados-
Recebem três opções, uma delas é certa.
Já não conseguem os 25 pontos.
Recebem só dois pontos. Então, qual é o melhor palpite que está neste momento na mesa?
Eu sei que é logo a seguir ao 25 de Abril. Ou seja, é muito a seguir ao 25 de Abril.
É muito a seguir.
Mas 84 parece-me válido.
Então em que é que ficamos?
Não é muito a seguir. 10 anos é quase a seguir.
Eu não quero desviar. Não sei. 84 vem donde? Vamos com a confiança. Vamos ter a confiança de 84.
É o Tiago, não é?
É o Tiago Pinto. Estamos no 84?
É 84 ou algures ali depois do 25 de Abril.
Chamos 84? Está escrito.
O Tiago tens que ir jogar hoje.
Não eram milhões.
Quem é que vai marcar mais?
Tu és o nosso Gonçalo Ramos. Agora foste o nosso Gonçalo Ramos.
Já falámos aqui como é que vocês chegaram à música, estava com uma playlist de música portuguesa. Tiveram que pagar direitos? Foi algum tema ou não?
Foi um dos temas que nós achamos que o Diogo mais contribuiu, porque trouxe alguma credibilidade junto da família do António Variações. Que tem os direitos da música e que percebe que também uma versão com o Diogo Piçarra traz alguma memória e algum respeito pela memória.
E é uma coisa mais séria.
Exatamente.
Se quiserem.
Foi muito de primor.
Para além de tudo que o Diogo trouxe, sem ser isso. Profissionalização, o à vontade.
Claro.
A afinação de voz.
E o verdadeiro Cristiano Ronaldo, o Diogo Piçarra.
E gostaram da experiência, certamente. Estúdio, esse upgrade, se quiserem, nas vossas capacidades vocais, tudo isso. Fica para a vida ou não?
Sim. Esta é para contar aos filhos e aos netos.
Têm ideia de quantas vezes já cantaram esta música ao vivo?
Demasiadas.
E estão sempre sóbrios, como estão agora?
Não.
Se calhar hoje vai ser inédito.
E visualizações. Têm uma ideia já do impacto que tiveram nas redes sociais, no YouTube?
É assim, nas redes sociais, claramente, estamos a chegar a todo lado, na prática, e com muitas visualizações. Nas plataformas, e já agora, podem ver em qualquer plataforma, YouTube, Spotify.
Spotify, deixa cá ver.
Apple Music. As visualizações estão acima da média de um artista que não é conhecido, que é o nosso caso, mas estão bastante aquém, por exemplo, das visualizações em redes sociais, mas estão-nos a surpreender e nós estamos muito satisfeitos. E, portanto, continuem a ouvir.
E foi fácil chegar ao nome, Homens do Barco?
Nós fomos meio que obrigados a arranjar um nome.
Pois, eu acredito. Espera lá, que isto está a ter um senso.
Nunca tínhamos pensado em termos um nome de grupo. Em 10 minutos no WhatsApp.
Vocês são muito rápidos.
Filmámos no barco, Homens do Barco.
E assim ficou. Então vamos ouvir-vos aqui, em direto, ao vivo, na Rádio Observador. Vamos lá. Homens do Barco. Um compasso de espera.
Nós vamos enchendo chouriço aqui, é o termo técnico. Encher chouriço.
Sim, conseguiram 25 pontos.
Sim, até hoje só 13 convidados tinham conseguido os 25 pontos. Agora 14, 13 mais 11, 24
Ora bem, dois a dois, ali nos microfones.
Estou ali a posicionar-me.
Eles já têm experiência de estúdio.
E agora também vão poder ver esta performance ao vivo no YouTube.
Exatamente.
E nas várias plataformas do Observador.
E temos a base musical.
Sim. Podemos? Vamos a isso?
Estão prontos? Prontos? Vamos lá.
Vem mundial, a taça é nossa, a taça é nossa, de Portugal. Vem mundial. Diogo Costa na baliza. Diogo Costa na baliza. Rúben Dias a central. Nuno Mendes faz a linha. Defensores de Portugal vão trazer o mundial. Vitinha e João Neves, no meio-campo a brilhar. Bruno passa pro Ronaldo. Só me apetece cantar. Só me apetece cantar. Lu, lu, lu, lu, lu. Lu, lu, lu, lu, lu. Lu, lu, lu, lu, lu. Lu, lu, lu, lu. Vem mundial, a taça é nossa, a taça é nossa, de Portugal. Vem mundial, a taça é nossa, a taça é nossa, de Portugal. Eu confio no Roberto. Nunca vi melhor espanhol. E se ele me traz a taça, até falo portunhol, até falo portunhol. E o Cris está à espera. Do quê? De se tornar um campeão. É a última jornada. Por quem? Pelo Jota e o irmão. É agora ou tudo ou nada. Bora! Lu, lu, lu, lu, lu. Lu, lu, lu, lu, lu. Lu, lu, lu, lu. Vem mundial, a taça é nossa, a taça é nossa, de Portugal. Vem mundial, a taça é nossa, a taça é nossa, de Portugal.
Ficámos todos à espera. Podia vir aí mais um jogador. Sei lá. Um reforço qualquer. Homens do barco aqui representados pelo António Simões, Pedro Coimbra, Tiago Pinto e Rúben Almeida. Foi um gosto receber-vos na Rádio Observador. Muitos parabéns.
Parabéns.
Obrigado.









