Coimbra adjudica elaboração do novo Palácio da Justiça
▲O concurso tinha como valor base 800 mil euros
PAULO NOVAIS/LUSA
A Câmara de Coimbra aprovou esta segunda-feira, por unanimidade, a proposta de adjudicação da elaboração dos projetos de arquitetura e especialidades do futuro Palácio da Justiça, edifício há muito reclamado.
A proposta prevê a adjudicação à empresa Vítor Hugo, que venceu o concurso internacional com uma proposta de 393 mil euros.No concurso, que tinha como valor base 800 mil euros, registaram-se um total de oito candidatos.O objeto do contrato consiste na elaboração do projeto de execução do novo edifício do Palácio da Justiça, num prazo de 330 dias (120 dias para apresentar o estudo prévio e 220 dias para o projeto de execução).
De acordo com a informação associada ao processo, em fase de audiência prévia, não houve qualquer pronúncia dos concorrentes.O processo de construção do novo Palácio da Justiça arrancou com o anterior executivo, com a assinatura de um acordo com o Governo em que a autarquia assumiu a responsabilidade de avançar com o projeto, através de um contrato interadministrativo.A vereadora da coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/IL/CDS-PP/Nós, Cidadãos!/PPM/MPT/Volt) Ana Bastos, além de manifestar regozijo pelo avançar do processo, mostrou-se preocupada com “o preço anormalmente baixo” pelo qual o projeto foi adjudicado.“É um projeto exigente”, notou, considerando que será preciso um “acompanhamento muito estreito” por parte dos serviços municipais.
“Vamos estar atentos”, respondeu a presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, eleita pela coligação Avançar Coimbra (PS/Livre/PAN).Na mesma reunião de executivo de hoje, foi também aprovada uma prorrogação da obra da Quinta das Bicas até 31 de julho, onde estão a ser construídos mais de 200 fogos de habitação social.Segundo Ana Abrunhosa, a empreitada registou atrasos devido à escassez de mão-de-obra e falta de materiais.A autarca anunciou ainda que a entrega das primeiras habitações deverá ocorrer no dia 21.









