CIÊNCIA

PS e IL: uma aliança à vista?


Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está no ar a Comissão de Inquérito, habitualmente nas manhãs 360.
É verdade.
Durante a semana, hoje também ao fim de semana, porque mais logo temos esse jogo de Portugal frente à Colômbia, último jogo do grupo K. Recebemos adversários políticos, que hoje vão ter de se entender nas respostas aqui na Comissão de Inquérito. Temos conosco Rodrigo Saraiva, deputado da Iniciativa Liberal, e também André Pinotes Batista, deputado do PS. É uma coligação improvável aqui hoje.
É bastante improvável.
Bem-vindos.
Bom dia a todos.
Só de lembrar que os líderes parlamentares do PS, PSD e CHEGA que estiveram cá no primeiro jogo de Portugal fizeram pleno, fizeram 25 pontos, portanto a fasquia está muito elevada.
São líderes parlamentares, têm outra responsabilidade.
Já estão a baixar a fasquia.
Nós até muitas vezes votamos diferente dos líderes. Às vezes acontece isso no PS.
Acham que vão estar em sintonia para este
Não, eu tenho um objetivo. O Cabo Verde tinha 1% de probabilidade de passar, a Iniciativa Liberal teve cinco ponto qualquer coisa nas eleições legislativas. Eu hoje gostava de sair daqui ou com uma coligação com o Rodrigo futura, em que o PS e a IL possam governar, como acontece na Europa, uma coligação progressista, para encontrar 116 deputados progressistas para liderar o país. Ou então entendemo-nos só pela seleção e também não vem mal ao mundo. Não, eu irei demonstrar aquilo que a Iniciativa Liberal tem demonstrado no país. Ainda não ganhámos nenhum mundial, mas já estamos a fazer com que os outros adaptem muito as suas táticas e as suas estratégias. Por exemplo, agora já todos falam de crescimento económico, como a Iniciativa Liberal trouxe isso à política portuguesa, portanto, sempre prudenciados.
O Rodrigo acaba de dar um bom argumento para nos entendermos. Já começámos bem, já temos um entendimento para a coligação futura PS/IL.
Vamos recordar as regras?
Vamos. Cada pergunta vale cinco pontos. Se tiverem ajuda, vale só dois. Se errarem, zero pontos.
Quem é que nos ajuda?
Somos nós. Nós damos a hipótese.
Mas primeiramente só dois comentários primários. O primeiro é parabéns à Rádio Observador, que faz hoje sete anos.
Obrigado.
E o segundo é um grande abraço ao Humberto Azevedo, que é o sócio número um do Belenenses, que está a passar uma fase difícil, mas que esperamos pelo seu regresso com muita saúde ao Estádio do Restelo no próximo jogo.
Eu queria vos dizer uma coisa que é muitos parabéns pelo projeto que aqui têm desenvolvido. E há um conceito errado, muitas vezes, das pessoas que tem a ver com as inclinações editoriais. Eu oiço e leio o Observador desde a sua génese, é um projeto de enormíssima qualidade e, portanto, mesmo os homens de esquerda, sociais-democratas vincados, gostam de ouvir boa informação e bom jornalismo. Portanto, queria dar os parabéns.
Obrigado.
O André quer uma coligação com a IL e houve a Rádio Observadora, as pessoas vão se perguntar o que ele está a fazer .
Rodrigo, está tudo estudado, porque ao contrário de Portugal, na Europa é bastante comum os liberais e os sociais-democratas entenderem-se. Como o PSD deixou de ser social-democrata, vocês não têm outra alternativa para governar senão juntar esse voto.
Então vamos lá à primeira pergunta, que acho que não vai ser assim muito difícil para começar. André e Rodrigo, quantos gols já marcou a seleção portuguesa neste mundial de futebol?
Rodrigo, isto é too simples, foi o 1 x 1 e depois o 5 x 0, portanto, temos seis marcados, um sofrido. Estamos bem, até já nos aprovámos. Ontem já ficámos contentíssimos.
Isto é certíssimo.
Andei eu a estudar a história e depois isto é tudo sobre a mesa.
Já lá vamos.
Mas tu sabes, isto é sobre o mundial de 66. Qualquer pergunta sobre o mundial de 66 está correta.
Isso foi só para começar. Cinco pontos para já. Qual é a vossa expectativa para o jogo de hoje, Rodrigo? Apesar de Portugal estar apurado, mas se viessem a perder a posição em que vamos ficar.
É mais fácil ficar em primeiro. Não há outra hipótese que não seja ganhar. Ganhar com uma boa exibição.
André Pinotes Batista.
Analisando as brackets, eu quero ganhar hoje, mas se vocês forem ver a distribuição dos sorteios, se calhar se empatarmos ou perdermos, vamos ter uma vida mais fácil. Mas enfim, como isto é sempre para ganhar e pela nossa seleção.
Isto a partir de agora vai ser sempre difícil.
É, mas se vocês forem bem ver o que é que nos acontece se ganharmos, temos logo ali um calendário muito apertado. De qualquer maneira, acho que Portugal é sempre para ganhar. Vai ser um jogo muito difícil. A Colômbia tem um dos melhores jogadores do mundo em melhor forma, o Luís Díaz, que jogou aqui em Portugal, e vai ter que ser concentração máxima. Mas a nossa seleção, com desafios grandes, espera-se. É como o país. Nós somos grandes quando encontramos grandes pela frente. Portanto, parecendo que na Congo era mais difícil do que a Colômbia, é a minha convicção.
No mundial, nós olhamos para a França, para a Alemanha, para a Espanha e olhos nos olhos para a Colômbia, queremos chegar ao nível deles e ultrapassá-los. Isto no futebol é assim, também tem que ser assim no país. Temos que olhar para a economia dos Países Baixos e da Irlanda e também queremos lá chegar. É o mesmo espírito, sempre para ganhar.
Regra geral, até Portugal se sai melhor com os mais fortes. Joga melhor. A tendência tem sido essa nestes últimos tempos. Vamos à segunda pergunta, para já cinco pontos. Cristiano Ronaldo, líder isolado do ranking de internacionalizações. A minha pergunta não é quantas é que tem Cristiano Ronaldo, mas sim, quem é o segundo jogador com mais jogos oficiais pela Seleção Nacional de Futebol?
Eu arriscaria dizer que era o Bernardo Silva.
Não, eu acho que é o Pauleta.
Eu diria para pensarem um bocadinho melhor e se quiserem têm ajudas.
Também têm ajudas se quiserem.
Não deve ser dos antigos, porque os mais recentes têm mais jogos.
Estas gerações são as gerações que jogaram mais jogos. Eu sei que o João Cancelo, o Bernardo Silva e o Cristiano Ronaldo têm sido o core dos últimos anos e, portanto, se calhar era de pensar nesses. O João Moutinho deve ter muitíssimas internacionalizações e, portanto, se quiseres arriscar num antigo, João Moutinho. Se quiseres ir para um novo, Bernardo Silva.
Veja lá, Rodrigo, se calhar…
Eu ontem mandei uma mensagem ao André a dizer: “É bom que tu tenhas uma costela Gabriel Alves bem superior à minha”.
E eu trouxe a Cristóvão Ribeiro. Desculpem enganei-te.
Infelizmente, nos últimos anos, sou mais especialista de futebol de Liga 3, não da primeira, e portanto poderia facilmente equivocar-me.
O André sabe lá chegar. Eu vi a génese desta recuperação e há de lá chegar. Às vezes, quando se mete o liberalismo no futebol, as sads e aí fora, a tradição cai. Mas vamos apostar no João Moutinho, que eu tenho a convicção que é.
É de Moutinho?
Força, André, vamos a isso.
Está certo. Mais cinco pontos. João Moutinho em segundo lugar, tem 146 internacionalizações, ainda está pelo Braga. O Pepe está em terceiro, também era um desses nomes, e o Luís Figo aparece em quarto lugar.
Olha, isso é que me surpreende. Não sei o que o Figo tinha feito.
Tinha que haver alguém da geração dele.
A contabilização. Olhando aqui para a questão de Cristiano Ronaldo, tem sido muito falado. Ele respondeu às críticas, e muito bem, no último jogo com dois gols. Acreditam que está a ser bem gerido neste mundial, Rodrigo Saraiva?
É assim, normalmente como se diz: só sabe do convento quem está lá dentro. E há muitas coisas que nós não sabemos. Eu acho que isso serve para o Cristiano, como serve para qualquer jogador de primeira linha, que se costuma dizer que normalmente isso é o Cristiano e mais 10, mas não há nenhuma equipe que tenha sucesso nessa lógica de que é aquele mais 10. Há uma equipe, não há nenhuma equipe que ganhe, que seja campeã, se for só um, tem que ser 11. E não há nenhuma equipe que ganhe se toda a equipe não entender aquilo que é a estratégia ou a tática definida pelos líderes, e os líderes normalmente é o treinador e depois o capitão. E portanto, a boa exibição que nós fizemos com o Uzbequistão deveu-se porque o Cristiano esteve em alta, mas deveu-se que toda a equipa se juntou e lutou. Eu acho que é normal, depois tem-se falado pouco. Recordar que nós fomos campeões da Europa, talvez porque houve uma infelicidade, uma lesão, depois se calhar o Cristiano não estava. Mas isso é o “se”. À segunda-feira todos ganhamos no Totobola. O treinador é que tem que tomar a decisão e é por isso que as responsabilidades estão sempre mais em cima do treinador. Ele é que sabe se tem que deixar em campo, se tem que sair, porque ele também sabe qual é que é o impacto da presença do jogador no resto da equipa ou até nos adversários.
André Pina de Batista, é da mesma opinião?
Nós vivemos em Portugal uma ciclotimia de grande amplitude com o Cristiano Ronaldo. Começa por ser de manhã o astro de todos os astros, que nos inspira a todos. Serve para o Luís Montenegro pedir o espírito dele para o país ou para nós querermos que o nosso filho, eu tenho uma filha, felizmente, mas que seja o Cristiano Ronaldo, e depois o Cristiano tem um jogo menos conseguido e nós fazemos aquela coisa de velhos do Restelo, a figura histórica do: “Afinal é o Cristiano que rebenta com isto”. Declaração de interesse, eu estou a falar do meu patrão, portanto eu tenho que falar bem dele. Mas brincadeiras à parte, dizer-vos que o Cristiano Ronaldo é obviamente um jogador extremamente útil. A única questão de má gestão, para mim, que tem sido feita é quando se sobrecarrega as pernas de um homem de 41 anos, porque se ele tivesse 31 ou 32, acharia o mesmo. Num jogo amigável, saem todos menos o Cristiano Ronaldo. Não faz sentido. O Scaloni da Argentina nesse aspecto, talvez por ser uma cultura diferente, uma coisa muito mais aberta, deu uma entrevista a dizer que nem tomava decisões sem falar com o Messi. Ponto um. Ponto dois, vai sentá-lo no banco hoje para descansar. Hoje ou amanhã, vai sentá-lo no banco para descansar.
É já de madrugada, portanto, é amanhã.
Exatamente, só vai jogar a segunda parte. E portanto, se o Messi pode ser gerido assim pelo Scaloni, sendo que o Scaloni assume que o Messi é diretor-geral da seleção argentina de forma desassombrada.
E o Messi que já esteve desaguizado e até já esteve afastado da seleção.
Não me choca nada. Ou seja, eu acho que há aqui uma gestão do Cristiano Ronaldo, da equipa, da competição. Agora, é preciso ter noção da escala global. Eu já estive em Times Square, com Times Square cheia de Cristiano Ronaldos. Eu vi o Embiid, o poste de Santo Antônio Spurs, que é provavelmente um dos jogadores mais midiáticos do basquete e do desporto americano, a simular ontem um livre do Cristiano Ronaldo e a fazer a celebração dele. Portanto, tem que haver aqui um reconhecimento da marca global, que nós não temos outra como esta.
Não, a dimensão é enorme. No primeiro jogo de Portugal, vai ao minuto, que é a primeira vez que a bola vai ao Cristiano Ronaldo, só para a bola chegar ao Cristiano Ronaldo, o som que se ouviu no estádio. E a responsabilidade, eu volto a dizer, a responsabilidade tem que estar sempre no treinador. Houve uma pessoa que disse uma coisa muito adequada e eu acho que é uma grande homenagem ao Cristiano Ronaldo, que é: não peçam a uma pessoa que toda a sua vida lutou para ser o melhor, que sempre quis ganhar, que seja ele a dizer que tem que sair. Não é ele. Portanto, a responsabilidade está no treinador e a fazer se calhar como o treinador da Argentina a gerir bem a equipa.
Ora bem, dez pontos, André e Rodrigo. Vamos para a terceira pergunta: quantas presenças Portugal teve em mundiais antes de 2002? A partir de 2002 a presença foi mais assídua. Antes de 2002, quantas presenças Portugal teve em mundiais?
Eu diria duas. 66, 86. Depois de 2000, deixa-me só pensar numa coisa. Eu acho que é o França 98, eu acho que são três. Tenta-me só lembrar se aquilo é um europeu ou um mundial, também não é difícil.
Não, depois de 86, nós demoramos um bocadinho a voltar, eu acho que foi só mesmo em 2002.
Então 86, a seguir terá existido de 90, o Itália 90, que eu não me lembro de nós termos ido. Depois estiveste nos Estados Unidos em 94.
Estão lá perto.
Começaram bem. Ou é duas ou é três. Eu acho que são três.
Querem ajuda?
Sim, é quatro.
É melhor pedirmos ajuda.
Eu agora pensei, mas eu acho que é quatro.
Desculpa, Rodrigo, a gente está aqui para chegar a acordo, eu deixo-te uns créditos da minha experiência. Os liberais não gostam de pedir ajuda, mas os sociais-democratas-
Já estão com um crescimento avançado.
Os liberais estão atentos aos sinais, e os sinais, se calhar, apontam para quatro.
Os sinais estão a apontar para um desíaco crescimento.
Dois mundiais que tiveram jogadores do Belenenses e dois mundiais que infelizmente não tiveram jogadores do Belenenses.
Vamos fechar esse consenso. Vou confiar no Rui.
De certeza que não querem ajuda?
Rodrigo, os sociais-democratas pedem ajuda.
Eu posso usar três opções.
É a sina do país pedir ajuda.
Então vamos usar três opções. Foi uma presença, duas presenças ou três presenças?
Três. Três tem que ser.
Se eu estou a dizer que vos dou a ajuda-
Não, olha lá, não faz sentido. Isto é aquela coisa de estarem a dizer que o liberalismo funciona e vocês teimarem nisso e nós tentarmos ajudar e vocês não ouvirem. Se eu disse que eram duas e nos disseram que eram três e disseram que nos iam ajudar, não nos iam ajudar a dar a resposta errada. Isso é o que vocês fazem uns aos outros lá dentro do partido.
Não, estamos a tentar enganar.
Não estão. São duas.
A resposta final é?
O Gabriel Alves de si.
Duas.
Estavas com muita ajuda. Mas é a primeira resposta que nós demos.
Não há vergonha em pedir ajuda. Isto é o que eu devia dizer para a Iniciativa Liberal. O Rodrigo é um tipo inteligente, cheio de mérito, bom trabalhador. Se o Rodrigo pedisse ajuda, tivesse esse sentido, estava no PS.
Nunca.
Muito rapidamente. André, Portugal vai organizar o Mundial 2030 juntamente com Espanha e Marrocos. Vamos lá chegar preparados ou vamos estar sempre naquela do: “É tudo até à última”?
Vai ser uma geração diferente a tomar conta da batuta. Vai-se fechar um ciclo. Eu gostava de fechar este ciclo com o Cristiano Ronaldo com a taça de campeão do mundo na mão. Tenho uma desconfiança muito solidificada que teremos um novo selecionador, mais conhecedor do campeonato português, que esteve fora e agora regressou cá.
Jesus.
Não, eu não quero estar a discutir agora a sucessão do treinador que temos no dia em que vamos chegar.
Eu estava só a responder à questão.
Era uma exclamação de fé? Sim, se for uma exclamação de fé, Jesus, nosso Senhor Jesus Cristo. Eu acho que nós vamos ter um ciclo diferente e vai ser um mundial onde vamos aparecer com outra versão da seleção. Nós já nos habituamos ao sucesso, mas o sucesso é uma permanente reinvenção e portanto, eu tenho uma convicção que vamos estar muito fortes nesse mundial.
Rodrigo, e vamos estar preparados também a nível das infraestruturas e tudo aquilo que será necessário?
Não me assustes. Acho que infraestruturas já temos as suficientes para participar nesse mundial.
Eu ouvi dizer que queriam fazer os estádios todos por PPP.
Não vamos regressar a 2004 e aquilo que foi o esbanjamento de dinheiros públicos na construção de vários estádios, alguns que já estão a despir a bebida. Portanto, os estádios que temos são os suficientes, não é por aí. Indo à parte desportiva, eu gostava que chegássemos a esse mundial com muito mais talento na seleção que estivesse a jogar em Portugal. Tal como gostava que muito do nosso talento jovem, das novas gerações que temos no nosso dia a dia, não fosse também para fora, tal como acontece no futebol.
Fala-se muito, por exemplo, da questão dos avançados e que há poucos avançados a dizer portugueses na primeira liga, por exemplo.
Certo, mais uma vez. E aqui nós podemos fazer uma analogia perfeita daquilo que é o futebol e aquilo que é a realidade do país. Os melhores talentos estão a ir para economias mais pujantes. E os nossos melhores talentos do futebol também vão para campeonatos, entre aspas, economias, mais pujantes. Portanto, o que eu gostava era que daqui a quatro anos ou daqui a oito, nós quando chegássemos ao mundial… Aliás, há pouco tempo vi uns gráficos muito interessantes que analisa a seleção portuguesa desde 66 de todas as presenças do mundial. E em 66 eram quatro clubes que estavam representados na seleção. E já tivemos um mundial em que havia 20 clubes representados na seleção, sendo que só três é que eram portugueses, os outros estavam todos estrangeiros. Portanto, eu gostava mesmo que no futebol, como no país, no dia a dia, os nossos bons talentos tivessem condições de poder ficar em Portugal a mostrar o seu talento.
Temos de acelerar um bocadinho. Vamos. 12 pontos para já. Em que ano é que a seleção nacional conseguiu pela primeira vez na sua história qualificar-se e estrear-se na fase final de um campeonato do mundo da FIFA?
Em 66.
A primeira vez é 66.
Certeza?
Nem com ajuda, se não fosse 66, não fui emocionado.
Foi a primeira participação de Portugal no mundial, foi até hoje a melhor classificação de Portugal, que foi o terceiro lugar.
Contra a Inglaterra.
O meu primo, o Alexandre Baptista, infelizmente faleceu há pouco tempo. Ele esteve lá e contava-nos a história daquilo. É uma coisa que se fala pouco. O Eusébio tem nove gols marcados em seis jogos. Em termos de taxa, em termos de porcentagem, é dos melhores marcadores da história dos mundiais. Às vezes as pessoas esquecem-se disto.
Ora bem, então temos que ir para a quinta pergunta rapidamente. Estamos com 17 pontos. No seguimento da pergunta anterior, qual foi o melhor lugar de sempre de Portugal em mundiais?
Terceiro lugar, Inglaterra 66. Ganhámos 3 x1 à União Soviética. Isto no mundial de 70.
Mesmo assim, vão ficar só com 22 pontos, menos que os líderes parlamentares.
Isto vai descendo.
Como é que vão ver o jogo de amanhã? Uma hora assim um bocadinho estranha, meia-noite e meia, como é que vai ser, Rodrigo?
Num ecrã gigante, numa praça do Barreiro, em funções institucionais de presidente da Assembleia Municipal. As coisas que a vida política nos reserva. Eu queria estar no sofá, para ser honesto.
Mais confortável, certamente.
Não, vou ver em casa, se conseguir. Se conseguir não adormecer, que ainda ontem dei TV Cabo Verde e nem me lembro de adormecer.
Se me convidares em direto, eu desmarco lá o que tenho no…
Não, és presidente da Assembleia Municipal.
A comissão ainda vai mais longe.
És presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, tens que estar junto.
Ficamos então para almoçar depois para o tal consenso que vai dar um governo PSL. Ficamos muito curiosos.
O PS quer muito aprender como é que se põe o país a crescer.
Se acontecer, esse governo nasceu aqui na comissão de inquérito. Exato, é verdade. Ficamos muito curiosos com esta coligação entre André Pinotes Batista, do PS, Rodrigo Saraiva da Iniciativa Liberal.
É mais fácil eles coligarem-se com o Chega, da forma como eu estou a ver.
Nunca permitiria.
22 pontos. Muito obrigado por terem estado aqui.
Parabéns mais uma vez.
Obrigado mais uma vez.

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